PLANEJAMENTO SUCESSÓRIO

O que é e para que serve?

A sucessão é inevitável. Não há dúvidas de que o patrimônio e/ou o controle empresarial concentrado em uma pessoa, em um determinado momento, por diferentes razões, mudará de mãos.

Para que a sucessão ocorra de forma menos traumática é importante planejá-la. O planejamento – ou não – é uma escolha que certamente influenciará na preservação ou no perecimento da empresa e do patrimônio da família.

No Brasil, existem muitas empresas familiares e estas estão muito mais submetidas aos riscos de uma sucessão não planejada. São riscos, dente outros: submissão da empresa ao demorado e incerto processo de inventário; desgaste familiar em função do processo de inventário; desrespeito à vontade do sucedido; interferência desregrada dos familiares na gestão da empresa e acesso dos cônjuges dos filhos ao patrimônio da família.

Estudos mostram que apenas 34% das empresas passam para a segunda geração; 12% para a terceira e somente 3% alcançam a quarta geração. Estes dados demonstram a importância na realização do planejamento.

Planejamento sucessório pode ser definido como um conjunto de instrumentos que propiciam planejar da melhor forma a sucessão de um patrimônio de uma pessoa a seus sucessores, com efeitos de proteção.

Não existe receita única para realização do planejamento. Muitas medidas podem ser tomadas nesse sentido, como elaboração de testamentos, doações ou a criação de empresas holdings, sempre buscando atender a vontade do sucessor. Aliás, o sucesso do planejamento depende da participação ativa do sucessor nessa fase de transição.

Muitas vezes as pessoas não querem planejar a sucessão porque temem a perda do seu patrimônio em vida. Este pensamento não reflete a realidade. Ao contrário, planejar é um ato de consideração muito mais em relação à empresa e ao patrimônio do que propriamente em relação aos sucessores.

Os benefícios de uma sucessão planejada são muitos: melhor administração dos bens e destinação dos mesmos conforme a vontade dos pais, preservação do patrimônio na família, garantia de continuidade do controle da empresa na família, além de evitar aborrecimentos que são inevitáveis, na falta do planejamento, com o processo de inventário.

Pensando do ponto de vista da família, planejar também significa evitar que os sucessores tenham que enfrentar uma série de problemas no pior momento possível: na perda de um ente querido. Já, pensando do ponto de vista da empresa, planejar implica em manter ativa e saudável a estrutura que contribui para com a sociedade, já que geradora de riqueza e empregos.

É preciso preservar a empresa. Pense nisso e avalie conosco as melhores alternativas para a sua empresa e para a sua família!

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